Neste labirinto tão confuso,
Ninguém sabe o que fazer...
procura da certeza do que pode acontecer,acontecer...
otimistas, fantasiam,
maus momentos da vida.
Sonhadores,não despertam nem desejam enfrentar...
Os seus dias, após dias,
Cada vez mais complicados,
É preciso ter cuidado para não se enganar...
Enfrentando o destino e alimentando à esperança,
De um dia com certeza o meu sonho realizar,
Em meus lábios há sorrizos
Porque não posso chorar...
É preciso ter cuidado para não se enganar...
Comentar o surround social... Aprender a ensinar e ensinar a aprender, até que aconteçam o Bem e o Bom para todos...
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quinta-feira, 30 de abril de 2009
Dança dos pés de vento
Vem, moldando às Montanhas...
Vem encrespando o Mar...
Vem descobrir o Sol...
Vem, afagar meu coração.
Vem cantar, cantos e contos...
Vem tomar meu violão...
Vem, pega essa gente toda,
Invade suas íris,
mostra teus Arco-íris...
Põe, caramelos nos canhões...
mostra que o Amor é forte...
Dispara seus trovões...
Dança, dança dos pés de vento...
Espalha esses tormentos,
Que ainda paira sobre nos...
Chora chuva benevolente...
Faz brotar toda semente,
Que produza fruto e flor...
... Escrita para meu filho Pedro, que não sei para onde foi levado pela mãe que tinha condição econômica melhor, então apenas sumiu, foi viver melhor...Te amei a vida inteira, mas se insistisse em te ver acabaria preso, e acho que isto te faria muito mais mal...
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Vem
Quanto tempo faz a gente disse adeus...
Quantas vezes eu pensei buscar você...
Mas, o meu orgulho não me permitiu...
E portanto, eu silenciei...
Eis que ésta noite o sono me faltou...
E do quarto escuro comtemplei o Céu,
Era madrugada, quase demanhã...
E o meu corpo só, queria o teu...
Vem, vem me perdoar...
Vem viver o amo,r que vivo à guardar...
Vem, vem nos pertencer...
Vem ser só... pra mim...
Serei pra você...
Quantas vezes eu pensei buscar você...
Mas, o meu orgulho não me permitiu...
E portanto, eu silenciei...
Eis que ésta noite o sono me faltou...
E do quarto escuro comtemplei o Céu,
Era madrugada, quase demanhã...
E o meu corpo só, queria o teu...
Vem, vem me perdoar...
Vem viver o amo,r que vivo à guardar...
Vem, vem nos pertencer...
Vem ser só... pra mim...
Serei pra você...
O encanto de Indaiá
Numa linda manhã de primavera, ele estava à contemplar...
O Sol no horizonte à despontar e o seu gado a mugir,
Como se o quisesse acalentar...
Trazia consigo à dor da solidão...mas,
Como caboclo, sabia guardar seu coração...
Quando recordava Indaiá, filha do cacique Airá,
Que num lago foi se encantar...
Mas, eis que derrepente , o seu gado se afastou,
Da beira do Rio em que estava à beber...
Alegria em seu rosto se estampou,
Fortemente o Caboclo bradou,
Atirou-se no Rio não mais voltou...
Alegria em seu rosto se estampou,
Fortemente o Caboclo bradou,
Atirou-se no Rio não mais voltou...
O Sol no horizonte à despontar e o seu gado a mugir,
Como se o quisesse acalentar...
Trazia consigo à dor da solidão...mas,
Como caboclo, sabia guardar seu coração...
Quando recordava Indaiá, filha do cacique Airá,
Que num lago foi se encantar...
Mas, eis que derrepente , o seu gado se afastou,
Da beira do Rio em que estava à beber...
Alegria em seu rosto se estampou,
Fortemente o Caboclo bradou,
Atirou-se no Rio não mais voltou...
Alegria em seu rosto se estampou,
Fortemente o Caboclo bradou,
Atirou-se no Rio não mais voltou...
Não foi voce
Esse Céu, não foi você que pintou,
Suas Estrêlas, você não colocou.
Esse Sol, não foi você quem convidou,
À Tempestade, você não arranjou...
À Água dos Rios,não nasceu dos olhos teus,
Nem à Água do Mar, do Seio que te amamentou.
Eu suponho, que você seja simplesmente, como eu,
Usufruímos do trabalho de quem a gente nem conheceu.
Eu suponho, que você seja simplesmente, como eu,
Usufruímos do trabalho de quem a gente nem conheceu.
À primeira Semente, você não semeou,
Nenhum dos Viventes, foi você quem animou...
O formato dos Peixes, você não desenhou,
Nem o voou das Aves, foi você quem planejou...
Se você quer mostra-se grato por viver...
Mostre ser filho daquele que criou tudo isso aqui...
Com Amor, dê pão a quem lhe estende á mão...
Proteja à Vida, até mesmo da Areia o Grão...
Suas Estrêlas, você não colocou.
Esse Sol, não foi você quem convidou,
À Tempestade, você não arranjou...
À Água dos Rios,não nasceu dos olhos teus,
Nem à Água do Mar, do Seio que te amamentou.
Eu suponho, que você seja simplesmente, como eu,
Usufruímos do trabalho de quem a gente nem conheceu.
Eu suponho, que você seja simplesmente, como eu,
Usufruímos do trabalho de quem a gente nem conheceu.
À primeira Semente, você não semeou,
Nenhum dos Viventes, foi você quem animou...
O formato dos Peixes, você não desenhou,
Nem o voou das Aves, foi você quem planejou...
Se você quer mostra-se grato por viver...
Mostre ser filho daquele que criou tudo isso aqui...
Com Amor, dê pão a quem lhe estende á mão...
Proteja à Vida, até mesmo da Areia o Grão...
Passo a passo
Canto, conto em versos tantos..
.Lendas, verdades horrendas...
Casos, descasos acasos...
De homens incertos...Corações desertos...
Tento, estar sempre atento...
Prêso ao seu não desprezo...
Penso, sigo passo`a passo,
nesse tão escasso...verdadeiro espaço...
Ah!... meu irmão, nem me pergunte não,
o que passei...
Ah!... eu sofri, mas,
sou feliz eu sou,
assim como você...
Assim, como você,
...como você...
.Lendas, verdades horrendas...
Casos, descasos acasos...
De homens incertos...Corações desertos...
Tento, estar sempre atento...
Prêso ao seu não desprezo...
Penso, sigo passo`a passo,
nesse tão escasso...verdadeiro espaço...
Ah!... meu irmão, nem me pergunte não,
o que passei...
Ah!... eu sofri, mas,
sou feliz eu sou,
assim como você...
Assim, como você,
...como você...
terça-feira, 28 de abril de 2009
Divindade
Vou fazer um corpo igual ao teu,
Olhos azuis esverdeados qual a cor do mar,
Coração azul, qual Céu de verão cabelos longos dourados,
Qual areia à beira-mar
Vou improvisar,canções, como às aves ao alvorecer...
Fazer vestes dos mais lindos vegetais, pra te vestir...
Vou vagar pelo Universo em busca de um Sol maior...
Só pra te dar, bem mais calor...
Vou colher a Edelwais, pra te ofertar com mauito amor...
Hum...hum...hum...hum...hum...hum...
Hó minha Deuza...
Olhos azuis esverdeados qual a cor do mar,
Coração azul, qual Céu de verão cabelos longos dourados,
Qual areia à beira-mar
Vou improvisar,canções, como às aves ao alvorecer...
Fazer vestes dos mais lindos vegetais, pra te vestir...
Vou vagar pelo Universo em busca de um Sol maior...
Só pra te dar, bem mais calor...
Vou colher a Edelwais, pra te ofertar com mauito amor...
Hum...hum...hum...hum...hum...hum...
Hó minha Deuza...
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